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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Millenium - Os Homens que não Amavam as Mulheres



A trilogia Millenium ganha uma versão ocidental de um best-seller, que teve uma versão sueca estrelada por Noomi Rapace (Sherlock Homes: O Jogo das Sombras).  A trilogia consiste nos filmes Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, A Menina que Brincava com Fogo e A Rainha do Castelo de Ar. O primeiro filme, Os Homens Que Não Amavam as Mulheres conta com Daniel Craig e Rooney Mara no elenco e direção de David Fincher.
Mikael Blomkvist (Daniel Craig) é um jornalista que passa por um desiquilíbrio financeiro, e é contratado como detetive para investigar um caso de 40 anos: O assassinato de Harriet Vanger. A trama tem seus “pistolões”, mas garante o envolvimento e diversão no filme, os fãs dos livros e da versão sueca podem achar falta de desenvolvimento na trama, porém para uma versão hollywoodiana, já era de se esperar que os detalhes ficassem em segundo plano. Mas o que realmente acontece é que a estrutura de romance policial é substituída por algo mais imediato e com ênfase as cenas de Rooney.

A trilha sonora do filme é animadora, não no âmbito de levantar as cenas, mas tem algo de diferente que chama a atenção, é muito bem empregada, ímpar. A ambientação é muito boa e os personagens são da sua maneira carismáticos à medida que demostram suas particularidades.

A versão americana, em parte, não foge a regra dos remakes, adaptações para o público americano podem deixar os fãs do sucesso cult sueco desanimados, mas para quem teve  o primeiro contato com a trama a situação muda.


Olhando pelo lado positivo, o filme teve uma ótima aceitação e se espera que as sequencias se desenrole buscando atender (assim espero), os dois tipos de públicos.
Boas atuações, Boa trilha sonora e um bom backstage renderam ao filme 5 indicações ao Oscar: Melhor Atriz , Fotografia , Montagem, Edição de Som e Mixagem de Som.

Gosto da saga em si, e sou ainda mais fã do David Fincher (Clube da luta, Seven...) que despensa apresentações, aguardo os decorrentes filmes. Apesar das poucas falhas devo considerar um filme mediano, do tipo que proporciona diversão porém, não é explorado o esperado. 


NOTA  MECÂNICA: 8.0

quinta-feira, 26 de abril de 2012

As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne




No cinema atual, as adaptações estão em alta. São livros, quadrinhos, games, seriados antigos, desenhos animados e até mesmo filmes que são vistos como futura fonte de dinheiro que migram (ou no caso de alguns retornam) para as telonas. Depois do sucesso temporário dos heróis gauleses Asterix e Obelix no cinema (os dois primeiros filmes são até bacanas) –, vindos dos quadrinhos franceses de René Goscinny e Albert Uderzo, nada mais que justo que outro grande sucesso francês fosse para as telonas, dessa vez criado pelo belga Hergé (Georges Remi) e que assim como os dois fortões gauleses, já passou por quadrinhos e desenho animado (muito famoso no Brasil, onde passava na Tv Cultura): Tintim.
No filme As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne, Tintim (Jamie Bell) é um jovem repórter que acaba se metendo em confusão ao comprar um barco em miniatura que esconde um segredo que irá levá-lo a viajar para o outro lado do mundo, onde busca tesouros juntamente com seu cachorro Milu, o capitão Haddock (Como sempre em filmes que utilizam captura de movimento, o brilhante Andy Serkis) e ainda enfrenta o Doutor Sakharine (Daniel Craig).
O filme é feito por nomes de peso como Steven Spielberg (na direção), Peter Jackson (produção) e até Edgar Wright (que fez o roteiro com mais duas pessoas). Com alguns minutos vemos que estamos realmente em um mais um filme de Spielberg. E em um dos melhores. O diretor de Indiana Jones, E.T. e o meu amado Minority Report põe toda ação e aventura recheada de intrigas e segredos que sabe colocar em seus filmes, nos entregando um dos seus melhores filmes desde Os Caçadores da Arca Perdida. Aliás, é impossível assistir Tintim e não se lembrar do primeiro filme da série Indiana Jones, visto que há muitos elementos a serem relacionados pelo cinéfilo atento. As cenas de ação são estupendas e embora a história seja um pouco fraca (adaptando O Caranguejo das Tenazes de Ouro e O Segredo do Licorne, cria uma história de origem até convincente, mas não consegue escapar de certos clichês de filmes de aventura, faltando explicação para muitas coisas) as cenas de ação estão lá para preencher as lacunas que faltam. Outra coisa que me chamou a atenção é a falta de moralismo que me preocupada: nos quadrinhos de Hergé conhecemos um repórter que não hesita em trocar tiros com bandidos e que tem como amigo um capitão alcoólatra. Em tempos como os de hoje, um filme para crianças seria meio difícil ter tais elementos (mal exemplo para os pimpolhos) mas Spielberg põe tudo e ainda acrescenta sangue! O filme torna-se muito indicado também para adultos por conta dessas coisas e ainda por conta da história que pode parecer confusa pros pequeninos.
A trilha sonora do brilhante John Williams (compositor da trilha de Star Wars, Indiana Jones, Harry Potter e a Pedra Filosofal entre outros clássicos) é perfeita e cabe em cada momento do filme, ajudando muito nas cenas de ação. Só senti falta da trilha de abertura do desenho animado antigo do personagem, que bem que poderia ser aproveitada em um arranjo mais orquestral. A fotografia é estupenda, realmente muito boa. Há uma cena em si que me chamou a atenção, que é a cena da moto, onde passamos minutos acompanhando nossos heróis em uma perseguição digna de Indiana Jones, cheia de acrobacias e reviravoltas, tudo sem nenhum corte, super bem feita e coreografada. Chega a arrepiar!
Tirando o roteiro, pra mim o pecado do filme está na direção de personagens que os realizadores queriam. Veja bem: o filme busca um tom bastante real para as histórias. Até mesmo a customização dos personagens (o uso da captura de movimento e a textura impecável) busca algo real (tirando os rostos cartunescos demais) e ao mesmo tempo fiel às histórias em quadrinhos. Busca-se personagens reais, mas temos um Milu caricato e talvez mais inteligente que os inspetores Dupond e Dupont. Outra coisa (talvez a pior de todas) realmente decepcionante é a quantidade de situações e cenas inimagináveis e, com certeza, impossíveis. É pior que 007 e Missão: Impossível juntos a quantidade de cenas absurdas do filme que para mim, fez com que o mesmo perdesse um pouco da “realidade” que tenta passar. Pra quem não liga pra essas coisas, Tintim é um filmaço.
Merece ser assistido? Com certeza, principalmente pelos fãs. Merece continuação? Sim, por favor!  Embora tenha alguns problemas (para os mais exigentes e críticos como eu), o filme de Spielberg/Jackson é uma ótima diversão, um excelente filme de aventura, super leve, divertido e engraçado. Curti, apesar de tudo.

NOTA MECÂNICA: 7,5

quinta-feira, 29 de março de 2012

Os Muppets


Os Muppets são personagens criados por Jim Henson que já fazem parte da vida da gente (nós, seres humanos, tá? Não sou tão velho) desde a década de 1950. São bonecos-fantoches (humanóides, animais, extraterrestres e uns esquisitos aí) que já participaram de shows, programas de televisão, filmes e que em 2011 invadiram mais uma vez as telonas, numa tentativa empreendedora da Disney (que comprou os direitos sob os personagens em 2004) para lançar os Muppets de volta ao mercado e fazer a alegria da galera. Porque Muppets não é só para crianças. É para todos!
Começo dizendo que o filme é melhor do que esperava. Ele tem algo, uma ‘magia’ (tipico da Disney, não?) que te leva para o mundo do filme pela mão, te larga lá e no fim da película lá está você, radiante com o retorno dos carinhas!
A sinopse do filme é interessante. Ela trata da situação real dos Muppets. Os personagens (Kermit, o sapo – outrora chamado ‘Caco’ -, Miss Piggy, o urso Fozzie e etc.) estão ofuscados, desempregados, esquecidos. Não são mais ‘Os Muppets’, que faziam sucesso na tv e no cinema. E a situação piora quando eles assinam um contrato em que se não conseguirem dez milhões de dólares em um curto período de tempo, irão perder também todo o estúdio Muppet e tudo o que construíram com o tempo. Até que um fã (também fantoche) decide encorajá-los a fazer uma espécie de TeleTon para arrecadar dinheiro e de quebra fazer com que voltem à ativa.
O filme é um retrato real do que aconteceu com personagens tão queridos. E isso, meus caros é triste. Os Muppets eram donos de um humor refinado, que alegrava desde os mais pequenos com suas canções e cores, até os mais velhos, com suas sacadas irônicas e participações especiais. Eles foram simplesmente esquecidos! Apagados, não só nos EUA como aqui no Brasil, que tem a sua própria versão afiliada dos Muppets, A Vila Sésamo (não aquela da TV Cultura. Aquela ali é totalmente sem-graça)!
É triste você chegar para uma criança de hoje e perguntar se ela conhece a Miss Piggy e receber uma resposta negativa! Portanto, a Disney está de parabéns pela empreitada. Aliás, Jason Segel está de parabéns, como produtor, roteirista e ator, ou seja, o cara que tomou sobre si o árduo trabalho de tentar atualizar a franquia para a nova geração e faz isso com maestria!
Primeiramente o filme é um musical de primeira. Todas as músicas são contagiantes, bem elaboradas (A música ‘Man or Muppet’ ganhou o Oscar de Melhor Canção Original. Não teve a mesma diversidade sonora que “Real in Rio”, de Carlinhos Brown, mas valeu) e sabem tirar sarro de si mesmas! Mesmo que no início pareça estranho, logo você está lá, contagiado pelas músicas ou coreografias, encantado, como eu fiquei. As piadas são um show à parte. Nunca vi um filme usar tanta metalinguagem para curtir com ele próprio e com a linguagem cinematográfica, com piadas muito boas sobre cinema em geral, em meio a várias referências.
O filme consegue encantar mesmo. E o que mais torço, é que ele funcione e os Muppets voltem. E acho que quem assiste também torce por isso. É incrível, mas o filme te faz querer vê-los de novo! Aos mais velhos, faz voltá-los a um tempo em que o humor era puro, infantil e mesmo assim engraçado! Te faz voltar a uma era de ouro, a uma era de diversão! E o mais fantástico: quem não acompanhou os Muppets consegue sentir falta de um tempo que não viveu! É impressionante!
Realmente um filmezinho pra assistir com toda a família, sem pressa, relaxando. Sem esperar um roteiro engenhoso, cheio de ação, mas algo simples, infantil e revigorante em meio a tantos ‘pipocões’ de hoje em dia (sim, me refiro a você, Michael Bay!).
Cenas musicais supersimpáticas, atuações muito boas (Jason Segel e Amy Adams no papel de um casal tão puro, tão simples, em plena homenagem ao antigo cinema. Chris Cooper como um vilão tão clichê que acaba sendo bom, com ótimas tiradas de humor. Jack Black, fazendo participações pra lá de especiais, além de estrelas teen Disney e Zach Galifianakis!), piadas muito bacanas e uma direção competente fazem com que Os Muppets voltem com tudo, e por favor, peço: voltem pra ficar.

NOTA MECÂNICA: 9,0

sexta-feira, 16 de março de 2012

Sucker Punch: Mundo Surreal


Como é vasta a criatividade do nosso querido amigo Zack Snyder! “Madrugada dos Mortos”, “300″, “Watchmen – O Filme” e“A Lenda dos Guardiões”.
Em todos os seus filmes, podemos ver muita capacidade para figurino, trilha sonora (sempre impecável), ação e acima de tudo slow-motion. Mas, como o pipoqueiro atento aí percebeu, todos os filmes de Snyder são baseados em obras de outras pessoas, sejam remakes, livros ou graphic novels. Mas isto já acabou. Em março de 2011, chegou aos cinemas tupiniquins “Sucker Punch – Mundo Surreal”, filme que Snyder tem o prazer de bater no peito e dizer “foi minha a ideia! Eu escrevi, produzi e dirigi!”. Bom, ele nunca falou nestas palavras, mas foi isso que aconteceu.
Snyder põe sua mente pra trabalhar neste filme que nasceu em seu cérebro desde quando era um diretor de clipes mequetrefe, lá na década de 90, e veio tornar-se realidade agora, a todo vapor.
Sucker Punch a primeiro olhar parece ser um filme complexo (e é mesmo), mas depois de uns 40 minutos de filme, você já está sendo imerso no mundo snyderiano e literalmente entra em um mundo surreal. O filme conta a história de Baby Doll (Emily Browning), garota que após a morte da mãe, se vê imersa em um mundo cruel e violento, onde ela e sua irmã mais nova sofrem na mão de seu padrasto. Em uma tentativa desesperada de salvar a irmã, Baby Doll acaba passando dos limites para com seu padrasto e é internada por ele em um manicômio. Faltando 5 dias para que sofra a lobotomia e perca a memória, Baby Doll vê sua oportunidade de fugir da realidade cruel: a imaginação, a única ferramenta que pode garantir sua liberdade.
Junto com 5 garotas também aprisionadas, ela concentra toda sua imaginação e criatividade num mundo que cria para fugir da dor e constrói um plano para escapar do local. Mas em meio a realidade e à imaginação, as conseqüências são ameaçadoras e podem ser trágicas.
O filme é muito bom. Parece uma colagem de vários videoclipes da Evanescense que vemos na MTV, e os primeiros cinco minutos são perfeitos. Divinos, eu diria. Snyder mostra toda sua competência durante a película e demonstra que é um dos melhores diretores queHollywood tem na atualidade. As cenas de ação são as mais belas e bem feitas que vi nos últimos anos e na telona ganham uma aparência de tirar o fôlego.
A fotografia é excelente: desde os cenários até os ângulos inusitados que Snyder consegue para frisar seu slow-motion (agora mais presente do que nunca). O filme é uma verdadeira aula de como criar um longa para agradar à multidões. Parece que Snyder pegou tudo o que entendia de música, de “Matrix”, de Senhor dos Anéis e de todos os seus filmes e elementos pop da sétima arte, bateu num liquidificador e fez um suco fantasticamente saboroso.
As cores cinzentas que compõem o mundo real (me lembraram muito The Spirit) e as quentes que compõem o imaginário ajudam a fazer com que você seja imergido no mundo de Snyder como por mágica. As interpretações não estão ruins, a trilha sonora é excelente, o clima sombrio e a temática pesada chega a causar agonia de tão reais (que ironia!).
Poderia dizer que é o filme perfeito, se não fosse pelo final desnecessariamente trágico. Parece que Snyder queria surpreender o público em todos os aspectos, até mesmo criando uma reviravolta meio que desnecessária (mas nada que estrague o filme, em minha opinião).
É o tipo de filme pra se assistir várias e várias vezes até entendê-lo por completo e captar toda a informação e beleza que Snyder quis transmitir. E que venha o Blu-ray Director’s Cut!

NOTA MECÂNICA: 9,0

Transformers: O Lado Oculto da Lua

Michael Bay é uma espécie de Bin Laden dos cinemas. Não, comparação muito pesada. Vejamos... Michael Bay é o homem-bomba da sétima arte. Pronto, bem melhor. Agora, vamos à explicação: por quê? Ora essas, porque todo filme dele é um estouro! Além de ser cheio de muitas, mas muitas explosões, daquelas de doer os olhos. É o titio Bay quebrando tudo, galera, com Transformers:  O Lado Oculto da Lua.

 E agora vai a notícia polêmica: o filme merece ser assistido e reassistido no cinema, mas vá mesmo pra ver o pau quebrar. Aliás, todos os Transformers tiveram esse mesmo objetivo. Em meio a tantos e tantos furos na história, aqui e acolá, o que prevalesce mesmo é a ação, ainda acompanhada de um humor-minuto exageradamente divertido e ao mesmo tempo fútil. É Bay mais uma vez fazendo filmes contraditórios!
Bom, mas chega de falatório e vamos aos pontos do filme! Primeiramente, sinopse:
Os humanos escondem um segredo: o verdadeiro motivo da corrida espacial na Guerra Fria foi a descoberta de um Transformers no lado mais escuro da lua, e a ida do homem ao espaço foi motivada por isso. E em meio a um pano de fundo mais ou menos histórico, vemos um Sam (Shia LaBeouf) desempregado, sustentado pela nova namorada, tentando achar emprego e descobrindo novas e novas tramas. Um pipocão só.
Sabe aquele tipo de filme pipocão? Que você vai pro cinema, ri, se emociona (pouco, mas dá pra no mínimo participar da dor do personagem) e é exposto a todo tipo de situação tosca pra compensar a ação imposta no filme? Taí esse novo Transformers. O pano de fundo histórico não é nada comparado ao do inteligente X-Men Primeira Classe, e cá pra nós: que negocinho tosco aquele Kennedy e aqueles filtros pra parecer filme antigo. Parece que usaram o Windows Movie Maker na edição! Nerd que é nerd sabe do que falo.
Bom, pra falar bem do filme, o 3D é fantástico. Só não espere muito coisas voando em sua cara, mas dá a sensação de profundidade desejada no filme, porreta. Como exige menos movimento da câmera (coisa que precisava acontecer, senão meu cérebro explodiria antes que acabassem os 200 e tantos minutos de filme), as cenas de ação são mais planejadas e menos apelativas, como no segundo filme da franquia.
Outra coisa que chamou a atenção como um bom ponto, foi a trilha sonora do filme. No primeiro filme, Linkin Park com "What I've Done", no segundo, novamente com "New Divide" e neste terceiro filme, outra vez LP com "Iridescent", música que fugiu um pouco do padrão hardcore que a banda vinha tomando e deu um tom dramático à trama. Seguidamente de Paramore, com a bacaninha "Monster", além de minha amada My Chemical Romance, com "The Only Hope For Me Is You", single do novo álbum, lançado no fim do ano passado. Embora não apareça a música no filme (e nem nos créditos finais), gostei de MCR ter estado na trilha. Agora, é comprar o CD na Saraiva.
Outra polêmica: sai Megan Fox e entra a Rosie Huntington-Whiteley, a mais nova namorada do Sam, com um quilo de botóx nos lábios e um pouco mais de expressão facial. A Megan Fox corria, gritava e chorava e esta nova corre, grita, chora, mostra curvas e convence Decepticons.
Resumindo a parada toda, parece que Bay é uma espécie de garoto que tem aparência de velho e maduro mas apenas uma criança. Depois de ser elogiado pelo público em geral pelos outros Transformers e receber algumas críticas construtivas, parece que ele não aprendeu nada e continua lá, fazendo um filme pra agradar a quem tá na puberdade, com: ação, ação, ação, efeitos visuais, humor-minuto (piadas desnecessárias de 60 em 60 segundos), palavrão (até mesmo na dublagem!) e sensualidade. Sai Megan Fox, entra uma atriz mais magrela, mas as roupas coladas estão lá. Até as minas que trabalham na NASA usam minissaia! Isto, meus amigos é o efeito Bay: agradando a marmanjos e repugnando críticos de cinema em geral.
Resumindo tudo isso que falei nas últimas linhas, o resultado final é o seguinte: os críticos de cinema e cinéfilos de verdade, irão ver muitos defeitos na película e achar mais um filme comercial de Bay, enquanto a massa que gosta mesmo é de ação, barulho, Linkin Park (nada contra), câmera lenta (nada contra também, sou fã do Zack Snyder), piadas e situações de teor sexual desnecessárias e humor babaca irão amar. Sério mesmo. Se você for o tipo de pessoa que gosta mesmo de mais um filme de ação e humor e não se importa  muito com detalhes técnicos, Transformers 3 é um pipocão pra você. Tá esperando o que pra ir ao cinema? 


NOTA MECÂNICA: 8,0